5 erros críticos ao contratar profissionais de TI
Contratar alguém para tecnologia raramente dá problema no primeiro dia. O problema aparece quando o projeto começa a andar. A entrega atrasa, o time perde ritmo e o clima muda.
Quem já tocou equipe técnica sabe como isso acontece. A vaga parecia correta, o currículo parecia sólido, a entrevista parecia segura. Três meses depois, a expectativa não encontra a realidade.
1. Vaga nasce genérica
Muita vaga começa como catálogo de tecnologias. Ferramentas, linguagens, frameworks. Só que ninguém define o que precisa ser resolvido. E sem missão clara, a contratação vira aposta.
2. Avaliar só habilidade técnica
Saber fazer é pré-requisito. O que diferencia alguém bom no dia a dia é a forma como decide sob pressão, comunica limitações e organiza prioridades quando o escopo muda.
3. Confundir tempo de experiência com senioridade
Anos no mercado não garantem profundidade. Senioridade aparece na complexidade dos problemas enfrentados e na responsabilidade assumida quando ninguém tem a resposta pronta.
4. Ignorar o contexto do time
Cada equipe tem ritmo e cultura. Colocar alguém desalinhado cria atrito silencioso. Raramente aparece na primeira semana, mas cobra conta no mês seguinte.
5. Não medir qualidade de contratação
Poucas empresas acompanham o que acontece depois de 90 dias. Menos ainda conectam isso ao processo seletivo. Sem medição, o erro se repete com outra vaga e outra pressa.
O impacto real
O custo financeiro é mensurável. O custo operacional quase nunca é. Tempo perdido, energia drenada, mudanças de prioridade e aquela sensação de que o time está sempre “apagando incêndio”.
Se você quiser melhorar esse processo sem virar uma máquina de entrevistas, dá para fazer com critérios simples e um fluxo mais enxuto.
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A Shark IT te ajuda a ganhar velocidade sem perder critério. A gente alinha o contexto da vaga e entrega perfis com aderência técnica e cultural.
