5 erros críticos ao contratar profissionais de TI

Contratar alguém para tecnologia raramente dá problema no primeiro dia. O problema aparece quando o projeto começa a andar. A entrega atrasa, o time perde ritmo e o clima muda.

Quem já tocou equipe técnica sabe como isso acontece. A vaga parecia correta, o currículo parecia sólido, a entrevista parecia segura. Três meses depois, a expectativa não encontra a realidade.

Profissional analisando currículo digital

1. Vaga nasce genérica

Muita vaga começa como catálogo de tecnologias. Ferramentas, linguagens, frameworks. Só que ninguém define o que precisa ser resolvido. E sem missão clara, a contratação vira aposta.

Como evitar: descreva em três linhas o que precisa estar entregue em 90 dias. Resultado concreto, contexto do time e um indicador simples de sucesso.

2. Avaliar só habilidade técnica

Saber fazer é pré-requisito. O que diferencia alguém bom no dia a dia é a forma como decide sob pressão, comunica limitações e organiza prioridades quando o escopo muda.

Como evitar: traga situações reais para a conversa. Peça exemplos de decisões difíceis e do que a pessoa faria diferente hoje.

3. Confundir tempo de experiência com senioridade

Anos no mercado não garantem profundidade. Senioridade aparece na complexidade dos problemas enfrentados e na responsabilidade assumida quando ninguém tem a resposta pronta.

Como evitar: investigue decisões tomadas e impacto no negócio. Pergunte o porquê, não só o como.

4. Ignorar o contexto do time

Cada equipe tem ritmo e cultura. Colocar alguém desalinhado cria atrito silencioso. Raramente aparece na primeira semana, mas cobra conta no mês seguinte.

Como evitar: envolva o líder técnico e alguém do time na etapa final. Eles enxergam detalhes que entrevista “limpa” não revela.

5. Não medir qualidade de contratação

Poucas empresas acompanham o que acontece depois de 90 dias. Menos ainda conectam isso ao processo seletivo. Sem medição, o erro se repete com outra vaga e outra pressa.

Como evitar: combine um check simples em 30, 60 e 90 dias. Avalie performance inicial, integração com o time e risco de retrabalho.
Custo médio de substituição de um profissional
Estimativa conservadora: 33% do salário anual
Leitura rápida: em um salário anual de R$ 120 mil, isso pode representar cerca de R$ 40 mil.
Faixa citada em benchmarks: 50% a 200% do salário anual
A faixa varia por nível e função, mas serve como alerta para o custo oculto de “errar e refazer”.
Fontes: Work Institute, Retention Report (estimativas de custo de turnover); SHRM, Human Capital Benchmarking (faixas e referências de custo).

O impacto real

O custo financeiro é mensurável. O custo operacional quase nunca é. Tempo perdido, energia drenada, mudanças de prioridade e aquela sensação de que o time está sempre “apagando incêndio”.

Profissional de TI no ambiente corporativo

Se você quiser melhorar esse processo sem virar uma máquina de entrevistas, dá para fazer com critérios simples e um fluxo mais enxuto.

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